Making of dos comerciais da Catho!

Com produção de Sentimental Filme + WF Propaganda + Catho Online

Compartilhe:
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Twitter

Leave a Comment

Pesquisa da Catho Online mostra que 68,1% dos desempregados aceitariam trabalhar como prestador de serviços

esquisa “O Desempregado Brasileiro 2009” também indica que homens estão mais predispostos a trabalhar sem registro em carteira (CLT), como prestador de serviços.

A maioria dos desempregados brasileiros (68,1%) aceitaria trabalhar como prestador de serviços, sem registro em carteira. Essa constatação é da pesquisa “O Desempregado Brasileiro 2009”, que foi realizada com 25.400 participantes em março e abril de 2009 pela Catho Online, maior classificados online de currículos e empregos da América do Sul. Além disso, a pesquisa também indica que os homens estão mais predispostos a aceitar um novo trabalho nessas condições do que mulheres: 72,9% contra 63,8%, apontando uma diferença de cerca de 9% entre os sexos. A idade também influencia nesta decisão, sendo que profissionais mais velhos aceitam mais facilmente trabalhar como prestador de serviços.

“Analisando estes dados, notamos que os profissionais têm preferido o retorno financeiro maior, porém em curto prazo, proporcionado pela condição de prestador de serviços. Percebemos também que os jovens se importam mais com o registro em carteira, até mesmo por experiência, porém, com a evolução da carreira, se sentem mais confortáveis em aceitar propostas como prestadores de serviços”, explica Adriano José Meirinho, diretor de Marketing da Catho Online.

Sobre a pesquisa O Desempregado Brasileiro 2009
A pesquisa “O Desempregado Brasileiro 2009” da Catho Online está em sua terceira edição. Realizada entre os meses de março e abril de 2009, este ano foram pesquisados 25.400 participantes por meio de convite via e-mail e questionário respondido online. Na ocasião, explorou-se a vida e os costumes do desempregado brasileiro em 95 questões.
Por meio da pesquisa é possível conhecer o desempregado brasileiro, o motivo de seu desemprego e suas atitudes para retornar ao mercado de trabalho. O material também propõe mostrar as ferramentas mais úteis para conseguir um novo emprego.
Visando melhor entender o profissional que está fora do mercado de trabalho, esta pesquisa surgiu em 2003, como uma iniciativa pioneira da Catho Online. Sua segunda edição foi realizada em 2005.

Compartilhe:
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Twitter

Leave a Comment

Propaganda da TV – Catho Online (2010)

Comercial da Catho Online – 2010

Ficou perfeito!

Compartilhe:
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Twitter

Leave a Comment

Criatividade Ridícula – O novo bem para organizações

Foi-se o tempo onde vários anos como empregado em uma mesma organização, era sinônimo de estabilidade. Havia planos de carreira para mais de 20 anos, e encontravam-se pais, filhos, primos e amigos todos no mesmo ambiente profissional. Era diferencial para um candidato a uma vaga, conhecer alguém que trabalhasse na organização.

Hoje os princípios mudaram radicalmente. Já não vale anos de casa, ou ter pais amigos íntimos de presidentes de grandes organizações. Hoje estamos na era do conhecimento, dos bens intangíveis.

Tangível é algo palpável, que podemos tocar e ver. Intangível é aquilo que não conseguimos ver nem tocar, mas podemos sentir. Intangível é nosso conhecimento, é o que as organizações precisam e admiram.

Nosso mercado de trabalho está saturado, há diversos analistas, supervisores, coordenadores e gerentes, mas o que diferencia os profissionais de sucesso e aqueles que caminham com passos lentos? É o conhecimento e a capacidade de ter idéias atrás de idéias para contornar problemas, com soluções criativas e inovadoras.

Já perceberam como as crianças são mais criativas que os adultos? As crianças não sentem vergonha de dizer o que pensam e isto que as tornam mais criativas. Se te perguntassem pra que serve um livro, certamente você responderia que serve para ler, para agregar conhecimento. Uma criança poderia responder que serve para pegar pó na estante, para pintar, para colocar fogo, e por aí vai.

Quantos de nós ficamos reprimidos em expor nossas idéias aos nossos superiores, com receio de cairmos no ridículo?

A concorrência entre empresas está cada vez mais elevada, produtos criados e inovados a cada dia e às vezes idéias ridículas ? ou inteligentes demais, fazem empresas aumentar grandes cifras em seu faturamento.

Sei do um caso de uma empresa de pasta de dentes, que precisava aumentar faturamento. Fizeram um concurso interno e quem ganhou foi um profissional do chão de fábrica. O problema apresentado pela organização era: Como iremos aumentar nosso faturamento? A idéia do profissional foi de aumentar o diâmetro do dispensador da pasta de dentes, pois quando o cliente iria colocar na escova de dentes, iria sair mais pasta pelo dispensador.
Idéia ridícula? Acredito que inteligente demais!

É hora de não termos medo de apresentar nossas idéias que julgamos ridículas, pois as grandes organizações precisam de nosso lado intangível e do nosso lado criança de ser, ou seja, sem vergonha de dizer o que pensa.

Compartilhe:
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Twitter

Comments (1)

Instabilidade Colocada em Xeque

Recrutadores encaram a estabilidade nos empregos anteriores como maturidade profissional

Foi-se o tempo em que permanecer no mesmo emprego por décadas era sinônimo de sucesso. Entretanto este cenário, hoje em dia, não é fator positivo, como também não é nada positivo olhar currículos de profissionais que tiveram dezenas de empregos e não ficaram mais que um ano em cada um deles.

Para ilustrar o primeiro exemplo, sobre aqueles profissionais que completavam 20, 30, 40 e 50 anos na mesma organização, atualmente isso não ocorre com frequência. Hoje, é mais comum ocorrerem casos em que profissionais ficam 10 ou 15 anos porém, nunca na mesma posição. É positivo quando estas pessoas que ficam uma década na mesma empresa tenham passado por diversas áreas distintas e subiram de cargos em média a cada dois anos. Ou seja, quando supostamente entram na empresa como assistentes e saem como diretores. Isso é construir uma carreira sólida e bem vista por recrutadores!

Por outro lado, permanecer pouco tempo na empresa é mal visto por recrutadores por alguns motivos, como: instabilidade, ansiedade em crescer rapidamente na carreira e frustrar-se, pouco comprometimento, falta de objetividade na carreira profissional e talvez um pouco de imaturidade e imediatismo. Esse caso é bem comum, principalmente nos jovens de 20 a 30 anos, que querem crescer rapidamente na carreira, e quando surge “um problema” e eles desistem de resolvê-los – é mais fácil abandonar problemas?

O jovem quer crescer rapidamente e, geralmente, sem dificuldades. Formam-se, chegam ávidos ao mercado de trabalho para ganhar muito, sem muito esforço e trabalho a ser realizado, sem responsabilidades que lhe possam garantir um crescimento hierárquico e na remuneração. Quando percebem que para “chegar-lá” é mais complexo e árduo do que imaginavam, partem para uma nova empresa, com a mesma “esperança” de crescer rapidamente e sem esforço. Por isso, vejo profissionais de 25 anos de idade, que não permanecem mais do que seis meses em cada empresa e já trilharam um caminho de insucesso em 10 empresas distintas.

Pensando como recrutador, é totalmente inconsequente para a minha empresa recrutar um profissional instável, pois de acordo com o histórico por eles apresentados, caminhará para a incerteza novamente. Não acredito que seja mea-culpa, mas a chance é dada a quem busca galgar posições hierárquicas mais elevadas com responsabilidade, ambição e força.

Outro argumento que reforça esta visão é um dado apontado pela pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2009”, realizada pela Catho Online entre os meses de março e abril deste ano, que diz que 89,3% dos presidentes e diretores de empresas têm alguma restrição a profissionais que passam períodos curtos dentro de cada empresa. 84% dos gerentes e supervisores também não enxergam com bons olhos a curta permanência nas experiências profissionais anteriores.

Esses números ressaltam que, embora nos últimos tempos, os profissionais de RH estejam discutindo muito sobre a geração Y que, entre diversas características, traz as frequentes mudanças de emprego como item de destaque, o recrutador ainda almeja profissionais estáveis e comprometidos com as organizações. Afinal, ninguém quer gastar recursos e tempo de recrutamento e treinamento com profissionais que não têm o interesse em permanecer naquele trabalho.

Obviamente que aquela época em que os profissionais permaneciam muitas décadas numa mesma empresa não volta mais – e realmente não deve voltar. É bom para as organizações e é bom para o profissional que ele respire novos ares e os traga para o trabalho. Reciclar é sempre favorável, mas isso pode ser feito de diversas formas sem ter que pular de emprego em emprego.

Por outro lado, como recrutador, também avalio o papel fundamental das empresas em propiciar um ambiente em que seus colaboradores se sintam motivados a trabalhar e evitar o turnover. Inúmeras pesquisas apontam quais fatores mais motivam e retêm os profissionais, e não estamos falando apenas de salário. Hoje em dia, uma das maiores preocupações dos RHs está em evitar a fuga das melhores cabeças, mas este é um assunto para outro artigo.

Compartilhe:
  • Facebook
  • Google Bookmarks
  • Live
  • Twitter

Leave a Comment