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Posts Tagged ‘Meirinho’

Relações internacionais contratam mais

January 14th, 2010

Veja o levantamento que apontam quais são os segmentos de atuação que mais contratam profissionais no país.

O segmento de relações internacionais apresentou um aumento de 61% na contratação de profissionais, em janeiro de 2009, comparado ao mesmo período do ano anterior.

Segundo a conclusão da pesquisa realizada pelo Catho Online, além de relações internacionais, a área de educação também apresentou um aumento expressivo e atingiu o percentual de 43% de contratações em relação a 2008. Na sequência aparecem as áreas: médico/ hospitalar (35%), jurídica (35%), recursos humanos (24%), atendimento ao cliente/ call center (21%), entre outras.

Neste período, no início do ano, as empresas normalmente iniciam os seus processos de seleções para contratação de novos funcionários. Com o momento atual de incertezas, queda nos investimentos e crise financeira, pode-se notar que em alguns segmentos isso não foi sentido.

“Houve fechamento de postos de trabalho em alguns casos isolados de empresas, enquanto outros continuaram a contratar e oferecer novas oportunidades”, declarou Adriano Meirinho, diretor de marketing da Catho Online.

Os resultados da pesquisa ainda constataram que as áreas que mais contrataram, proporcionalmente, no início deste ano foram:

1. Administrativa (18,3%)
2. Comercial/ Vendas (10,9%)
3. Financeira (5,5%)
4. Atendimento ao Cliente / Call Center (4,3%)
5. Informática / TI (4,0%)
6. Recursos Humanos (3,5%)
7. Educação/ Ensino (2,9%)
8. Logística/ Suprimentos (2,9%)
9. Contabilidade (2,9%)
10. Marketing (2,9%)

Você encontra esta matéria no site da HSM Global

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Resultado de pesquisa dos profissionais brasileiros

January 8th, 2010

Resultados bem interessantes da pesquisa sobre profissionais brasileiros.

Confira síntese de algumas análises no Catho Blog.

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Web conquista o usuário brasileiro

January 6th, 2010

Dicas exclusivas de como angariar aumento salarial.

January 5th, 2010

Começo de ano é uma excelente época para negociação salarial. Aproveito a época para relembrar e ensinar como podemos negociar nossos salários.

A entrevista abaixo foi ao ar em Novembro de 2009.

http://especiais.jornalhoje.globo.com/mercadodetrabalho/dicas-exclusivas-para-pedir-aumento-de-salario/

Espero que seja útil!

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Saiba como pedir aumento salarial ao seu chefe!

January 5th, 2010

Nem sempre é uma tarefa fácil, porém apresento algumas dicas de como fazer isso!

Clique aqui para saber como pedir aumento salarial para seu chefe.

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Instabilidade Colocada em Xeque

December 25th, 2009

Recrutadores encaram a estabilidade nos empregos anteriores como maturidade profissional

Foi-se o tempo em que permanecer no mesmo emprego por décadas era sinônimo de sucesso. Entretanto este cenário, hoje em dia, não é fator positivo, como também não é nada positivo olhar currículos de profissionais que tiveram dezenas de empregos e não ficaram mais que um ano em cada um deles.

Para ilustrar o primeiro exemplo, sobre aqueles profissionais que completavam 20, 30, 40 e 50 anos na mesma organização, atualmente isso não ocorre com frequência. Hoje, é mais comum ocorrerem casos em que profissionais ficam 10 ou 15 anos porém, nunca na mesma posição. É positivo quando estas pessoas que ficam uma década na mesma empresa tenham passado por diversas áreas distintas e subiram de cargos em média a cada dois anos. Ou seja, quando supostamente entram na empresa como assistentes e saem como diretores. Isso é construir uma carreira sólida e bem vista por recrutadores!

Por outro lado, permanecer pouco tempo na empresa é mal visto por recrutadores por alguns motivos, como: instabilidade, ansiedade em crescer rapidamente na carreira e frustrar-se, pouco comprometimento, falta de objetividade na carreira profissional e talvez um pouco de imaturidade e imediatismo. Esse caso é bem comum, principalmente nos jovens de 20 a 30 anos, que querem crescer rapidamente na carreira, e quando surge “um problema” e eles desistem de resolvê-los – é mais fácil abandonar problemas?

O jovem quer crescer rapidamente e, geralmente, sem dificuldades. Formam-se, chegam ávidos ao mercado de trabalho para ganhar muito, sem muito esforço e trabalho a ser realizado, sem responsabilidades que lhe possam garantir um crescimento hierárquico e na remuneração. Quando percebem que para “chegar-lá” é mais complexo e árduo do que imaginavam, partem para uma nova empresa, com a mesma “esperança” de crescer rapidamente e sem esforço. Por isso, vejo profissionais de 25 anos de idade, que não permanecem mais do que seis meses em cada empresa e já trilharam um caminho de insucesso em 10 empresas distintas.

Pensando como recrutador, é totalmente inconsequente para a minha empresa recrutar um profissional instável, pois de acordo com o histórico por eles apresentados, caminhará para a incerteza novamente. Não acredito que seja mea-culpa, mas a chance é dada a quem busca galgar posições hierárquicas mais elevadas com responsabilidade, ambição e força.

Outro argumento que reforça esta visão é um dado apontado pela pesquisa “A Contratação, a Demissão e a Carreira dos Executivos Brasileiros 2009”, realizada pela Catho Online entre os meses de março e abril deste ano, que diz que 89,3% dos presidentes e diretores de empresas têm alguma restrição a profissionais que passam períodos curtos dentro de cada empresa. 84% dos gerentes e supervisores também não enxergam com bons olhos a curta permanência nas experiências profissionais anteriores.

Esses números ressaltam que, embora nos últimos tempos, os profissionais de RH estejam discutindo muito sobre a geração Y que, entre diversas características, traz as frequentes mudanças de emprego como item de destaque, o recrutador ainda almeja profissionais estáveis e comprometidos com as organizações. Afinal, ninguém quer gastar recursos e tempo de recrutamento e treinamento com profissionais que não têm o interesse em permanecer naquele trabalho.

Obviamente que aquela época em que os profissionais permaneciam muitas décadas numa mesma empresa não volta mais – e realmente não deve voltar. É bom para as organizações e é bom para o profissional que ele respire novos ares e os traga para o trabalho. Reciclar é sempre favorável, mas isso pode ser feito de diversas formas sem ter que pular de emprego em emprego.

Por outro lado, como recrutador, também avalio o papel fundamental das empresas em propiciar um ambiente em que seus colaboradores se sintam motivados a trabalhar e evitar o turnover. Inúmeras pesquisas apontam quais fatores mais motivam e retêm os profissionais, e não estamos falando apenas de salário. Hoje em dia, uma das maiores preocupações dos RHs está em evitar a fuga das melhores cabeças, mas este é um assunto para outro artigo.

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